A indenização obtida em um processo judicial de Kim Soo-hyun Aider foi reduzida de US$ 2,5 bilhões para US$ 400 milhões — veja por quê.
O valor mudou, mas não pelo motivo que as manchetes sugerem. Uma atualização do tribunal revela uma grande mudança no que Aider está realmente pedindo.
- A Aider desistiu de sua reivindicação de indenização de 2,5 bilhões de won e redirecionou o processo para a recuperação de aproximadamente 400 milhões de won em honorários de modelo não pagos.
- O valor diminuiu não por causa de uma decisão judicial, mas porque o demandante mudou o que estava efetivamente solicitando.
- A audiência de 7 de outubro determinará se a reivindicação de 400 milhões de wons será mantida ou se ambas as partes chegarão a um acordo primeiro.

O número de 2,5 bilhões de won que chocou a todos.
Quando o processo judicial entre as marcas de artigos para atividades ao ar livre Kim Soo-hyun e Aider começou a circular nas notícias, um número ficou gravado na mente de todos: 2,5 bilhões de won em indenizações. Essa era a manchete. Esse era o número que fez todo mundo parar de rolar a tela.
Então chegou o dia 26 de agosto de 2026, e um novo relatório do Korea Economic Daily mudou completamente a narrativa.
Seoul Central District Court A 45ª Vara Cível realizou a terceira audiência do caso naquele dia. E eis o que mudou tudo: o valor que Aider agora busca indenização caiu para aproximadamente 400 milhões de won. Mas — e isso é crucial — não foi porque o tribunal reduziu a indenização. A mudança ocorreu porque Aider retirou seu pedido inicial de indenização e redirecionou o processo inteiramente para os honorários de modelo não pagos.

Por que o número sozinho é enganoso
É aqui que as pessoas se confundem. Ver "passou de 2,5 bilhões para 400 milhões" dá a impressão de que um veredicto foi proferido. Na realidade, o autor da ação mudou o que está pedindo. Essa é uma história completamente diferente. A equipe jurídica de Aider basicamente disse: esqueçam os danos exorbitantes — queremos de volta o que sobrou do contrato de modelo, que equivale a aproximadamente 400 milhões de won.
Se você apenas der uma olhada rápida nas manchetes sobre a redução dos recursos, perderá o cerne da questão. O tribunal não concedeu uma vitória parcial. O rumo do processo mudou completamente.

A sugestão do tribunal foi intrigante.
Durante a segunda audiência, o tribunal teria recomendado que ambas as partes explorassem um acordo. Os juízes chegaram a sugerir uma estrutura específica: manter o contrato do modelo de publicidade, desistir do processo por completo e dividir as custas judiciais. Vindo de uma ação de 2,5 bilhões de won, isso é... uma situação completamente diferente.
Mas aqui está o ponto crucial: juízes sugerindo um acordo e um acordo de fato sendo concretizado não são a mesma coisa.

Ainda não há acordo.
A terceira audiência, em 26 de agosto, foi encerrada sem acordo entre as partes. Os representantes legais da Kim Soo-hyun declararam que a Aider não apresentou uma proposta de acordo separada nessa audiência e que ambas as equipes precisam trocar documentos adicionais antes de prosseguir. Por isso, agendaram uma nova audiência.
Situação atual? O pedido de indenização de 2,5 bilhões de won foi arquivado. Os 400 milhões de won referentes a honorários de modelo não pagos permanecem em aberto. Mas o processo em si? Ainda está ativo e sem solução.
Chamar isso de 'vitória para Kim Soo-hyun' ou 'derrota para Aider' agora seria prematuro.

7 de outubro é a data real para assistir.
A quarta e possivelmente última audiência está marcada para 7 de outubro. Nessa data, espera-se que o tribunal conclua o processo e apresente algum tipo de resolução. Nesse momento, finalmente saberemos se a reivindicação de 400 milhões de won da Aider se sustenta perante o tribunal ou se as duas partes chegam a um acordo antes disso.
A maior mudança não é a redução do valor nominal, mas sim a transformação completa do processo. O que começou como uma batalha judicial por indenização que chamou a atenção da mídia se tornou algo mais discreto e processual. Para quem acompanhava a cifra de 2,5 bilhões, a verdadeira questão agora é o que de fato permanecerá até outubro.
"A sugestão de um acordo por um juiz e a efetivação de um acordo não são a mesma coisa."



